
Nome: Estado de Israel
Capital: Jerusalém (capital nacional e sede de governo), Tel Aviv (reconhecida internacionalmente)
O judaísmo é o nome dado à religião do povo judeu, considerada a mais antiga entre as principais monoteístas. O hebraico é a língua litúrgica, e a Torá o livro sagrado.
Divisão: seis distritos
População: 6.352.117 (inclui cerca de 187.000 israelenses na Cisjordânia, 20.000 nas Colinas de Golã e menos de 177 mil no leste de Jerusalém, em estimativa de 2006)
Área: 20.770 quilômetros quadrados (não inclui territórios ocupados)
Idioma: hebraico (oficial), árabe, inglês
Moeda: shekel novo
Religião: Judaica (76,4%), muçulmana (16%), cristãos árabes (1,7%), outros cristãos 0,4% (2004)
Forma de governo: república parlamentarista
PIB (total de riquezas produzidas): US$ 166,3 bilhões
Renda "per capita" anual: US$ 26.200
Internautas: 3,7 milhões
Analfabetismo: 4,6% (2003)
População abaixo da linha da pobreza: 21,6% (2005)
Fonte: CIA World Factbook
Fundação de Israel
O Estado de Israel foi fundado em 14 de maio de 1948, por David Ben Gurion, após o Plano de Partilha elaborado pela ONU em 1947, que dividiu a região, então sob domínio britânico, em dois Estados, um Estado árabe e um judeu, embora os primeiros tenham rejeitado o plano.
Tel Aviv

A resolução da ONU, foi o ponto alto do movimento sionista que buscava um Estado independente para os judeus.
Desde então, a história de Israel, assim como a sua extensão territorial, tem girado em torno de conflitos com palestinos e nações árabes vizinhas. Houve guerras com o Egito, a Jordânia, a Síria e o Líbano, mas sem que a tensão na região diminuísse.
Em 1967, Guerra dos 6 Dias, Israel ocupou a península do Sinai, a Cisjordânia, a faixa de Gaza, as Colinas de Golã, o sul do Líbano. Em 1979, Egito e Israel selaram um acordo de paz, o acordo de Camp David e, os israelenses retiraram-se do Sinai em 1982. Disputas territoriais com a Jordânia foram resolvidas em 1994. Seis anos depois, Israel retirou-se unilateralmente do sul do Líbano.

Em 1993, foi assinado o Acordo de Oslo, que deu início ao processo de paz com os palestinos. Pelo acordo, a faixa de Gaza e a Cisjordânia passariam a ser território administrado pela ANP (Autoridade Nacional Palestina). Em 2005, Israel retirou suas tropas e colonos judeus --sob protestos destes-- da faixa de Gaza.
Apesar da devolução da faixa de Gaza e de partes da Cisjordânia para o controle palestino, um acordo de "status final" ainda precisa ser estabelecido. Para isso, será preciso resolver os principais pontos de discórdia, que são o status de Jerusalém e o destino de refugiados palestinos e de assentamentos judeus.
Fonte Compilada - Folha de São Paulo
